Relatórios e Indicadores na Gestão de Fornecedores
Relatórios e Indicadores na Gestão de Fornecedores
Publicado em · 2 min de leitura
Especialmente no momento em que vivemos, com o aumento do custo operacional gerado pela pandemia, a terceirização é um caminho muito adotado pelas empresas para redução de custos. Por isso, é fundamental saber quais os indicadores corretos para conseguir avaliar de forma assertiva o resultado na adoção de fornecedores.
Pontos fundamentais para avaliação de terceiros
Quando tratamos de avaliação de terceiros, existem três pontos fundamentais que precisam ser avaliados:
1- Para avaliar seus fornecedores é fundamental ter indicadores em mãos:
Não é possível chegar a uma conclusão assertiva se baseando apenas em “achismos”. É preciso fazer um levantamento aprofundado dos dados e ter as informações corretas para uma tomada de decisão.
2- Entender quais são os melhores indicadores para avaliar os riscos dos fornecedores
De nada adianta colher uma série de dados, se forem os indicadores errados. É preciso compreender que os indicadores variam conforme o setor e a situação. Não existem indicadores padrões para fornecedores de uma forma geral.
3- Quais as ações que podem ser adotadas para a mitigação dos riscos
E finalmente, é importante estar atento aos resultados. Ter um relatório maravilhoso, com milhares de dados serve apenas para sobrecarregar a equipe se ele não provoca melhorias visíveis. O objetivo precisa ser cumprido.
De acordo com Bruno Santos, Gerente de Gestão de terceiro na Bernhoeft, é preciso ficar atento aos relatórios. “Todo relatório precisa gerar uma ação. Se for só para dar trabalho e ficar acompanhando, é melhor deixar esse indicador de lado porque ele não vai fazer sentido. Além disso, é importante ser detalhista nos relatórios que serão apresentados ao fornecedor. Muitas vezes o fornecedor tem uma determinada prática apenas por falta de conhecimento. Apresentar de forma minuciosa o problema, auxilia o processo de regularização da situação”, afirma.
Além disso, facilitar a leitura dos dados é algo fundamental. Digamos que você tenha quatro fornecedores possíveis para um serviço e precisa indicar qual o melhor. Nesse caso, a utilização de um score pode ser muito mais eficiente do que a apresentação de dados e estatísticas soltas. O caminho é sempre pensar na personalização e compreender o que é realmente importante, para reduzir custos e riscos não só na contratação, mas também no processo de análise em si.
Clique aqui para conferir a palestra na íntegra
Leia também
- Compras
Copastur LATAM: gestão regional de viagens corporativas para empresas na América Latina e Caribe
Por que Compras deve cotar viagens em um marketplace multiagência? Veja 10 motivos, dados de mercado e um checklist para escolher a plataforma certa.
- Compras
10 motivos para comprar viagens corporativas em um marketplace que compara preços entre agências
Por que Compras deve cotar viagens em um marketplace multiagência? Veja 10 motivos, dados de mercado e um checklist para escolher a plataforma certa.
- Compras
Compliance sem imposição: como a Besox cortou 8% do ticket médio de viagens alinhando incentivos
Na gestão de viagens corporativas, o maverick spend é a regra, não a exceção. O caso Besox mostra que a alavanca mais eficiente para o comprador pode ser o desenho do incentivo, antes do controle.
- Compras
Como reduzir custos com viagens corporativas em 2026: 7 estratégias da Copastur para economizar sem perder eficiência
Descubra 7 estratégias para reduzir custos com viagens corporativas em 2026 usando tecnologia, dados, governança e planejamento sem perder eficiência.





